quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Maracujá: Uma fruta para plantar no seu quintal.

 


A boa produção do maracujá se dá quando as condições ambientais são adequadas para o seu desenvolvimento, florescimento e frutificação.

Você tem um belo quintal e quer aproveitá-lo com a produção de frutas, mas não sabe qual espécie cultivar? Plante maracujá! A boa produção da planta se dá quando as condições ambientais são adequadas para o seu desenvolvimento, florescimento e frutificação. 

 “Essas condições estão relacionados à temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, luminosidade e ocorrência de ventos fortes e geadas”, afirma Waldir Vicente dos Santos, professor do Curso CPT Produção de Maracujá.

 Conheça as condições necessárias para que o seu investimento dê certo e retorno:

 I- Temperatura:

  A temperatura afeta o metabolismo das plantas e, portanto, o seu crescimento, desenvolvimento e produção. A faixa de temperatura média anual adequada para a exploração comercial do maracujá é de 20 a 32°C, sendo considerada ótima a faixa de 23 a 27°C. 

 Em condições de baixas temperaturas, ocorre queda prematura das flores e frutos e interrupção da produção. O maracujá amarelo é sensível a ventos frios e geadas. 

 Já o maracujá roxo tem alguma resistência a geadas curtas. Por isso, em locais com altitude maior que 800 m, onde a temperatura oscila muito e ocorrem geadas, recomenda-se o cultivo de maracujá roxo. 

 II- Luminosidade:

 As plantas necessitam de luz solar direta para realizar a fotossíntese, processo pelo qual absorve a radiação e a reverte em energia química, que utiliza para produzir seu próprio alimento, transformando os nutrientes que absorve em substâncias que compõem seus tecidos (carboidratos, proteínas e gorduras). Assim, a intensidade da radiação solar interfere diretamente no crescimento e desenvolvimento das plantas. 

 O maracujazeiro amarelo necessita de, no mínimo, onze horas de luz por dia para florescer. 

 III- Altitude:

  O maracujá pode ser cultivado em locais com altitude de 100 até 1.500 m, desde que sejam satisfeitas as necessidades de temperatura e horas de luz. 

 O plantio em encostas deve ser feito de modo a expor as plantas à maior incidência de radiação solar possível. 

 IV- Ventos:

  Os ventos frios afetam o florescimento, diminuindo o vingamento dos frutos. Os ventos quentes e secos retiram a umidade do solo e das plantas, causando o murchamento das folhas. 

 Ventos fortes dificultam a polinização das flores pelas mamangavas. Em regiões onde ocorrem ventos fortes constantemente, é preciso usar medidas para reduzir os problemas que acarretam. 

 Devem ser preservadas as matas nativas nas proximidades da lavoura, e plantar uma barreira de plantas, alinhadas perpendicularmente aos ventos dominantes. Esta barreira é chamada de quebra-vento e não deve ser muito compacta, para permitir a passagem de parte do vento, fazendo a aeração do pomar.

 V- Chuvas:

  O maracujazeiro necessita de cerca de 800 a 1.700 mm de chuva por ano, bem distribuídos. No entanto, as chuvas fortes e em excesso durante o florescimento afetam a atividade dos insetos polinizadores e inviabilizam o grão de pólen, reduzindo a produção. 

 A planta resiste bem a uma estiagem curta, mas a seca prolongada retarda seu desenvolvimento e florescimento. Nos primeiros meses após o plantio, é indispensável o fornecimento adequado de água para o pegamento das mudas e seu crescimento inicial. 

 A falta de chuva pode ser complementada com a irrigação.



Fontes: www.cpt.com.br

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sábado, 6 de dezembro de 2025

Plantas Medicinais: Como identificaras plantas medicinais? Irei te explicar!

 


Para facilitar a identificação das plantas, incluímos o nome científico, bem como outros nomes populares de cada espécie.

As plantas são conhecidas por nomes populares (nomes comuns) como, por exemplo, camomila, capim-limão, boldo etc., e por um nome científico. Por exemplo, o nome científico da carqueja é Bacharis trimera, explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia. 

O nome comum é aquele que as pessoas dão a uma determinada planta, podendo variar de um local para outro ou até no mesmo local. Uma mesma espécie de planta pode ter diferentes nomes comuns. Por exemplo, o capim-limão pode ser chamado de capim-cidreira, erva-cidreira, capim-de-cheiro, dentre outros nomes. 

Ocorre, também, o uso de um mesmo nome comum para espécies de plantas diferentes. O nome erva-cidreira, por exemplo, é utilizado para, pelo menos, três diferentes espécies de plantas. 

Obs: Muitas vezes, a identificação das plantas somente pelo nome comum não é confiável. 

Outra forma de identificar as plantas é por seu nome científico. Este, normalmente, é composto por duas palavras em latim. 

A primeira palavra do nome indica o gênero, sendo que um mesmo gênero pode possuir várias espécies. A segunda palavra indica a espécie da planta, de forma que cada uma receba um nome que é só dela. 

O nome científico vem acompanhado, também, do nome ou da inicial do nome do estudioso que a classificou pela primeira vez.

 Veja um exemplo: 

 Vernonia condensata Beker é o nome científico do Boldo do Brasil, sendo que:

Vernonia indica o gênero 

condensata é o nome da espécie; e 

Beker indica qual foi o botânico que a classificou.

Outra espécie do mesmo gênero é Vernonia polyanthes, conhecido popularmente como Assa-peixe.

A nomenclatura científica é confiável, uma vez que o nome científico é universal, ou seja, é sempre o mesmo em qualquer parte do mundo, ao contrário do nome comum. 

Para identificar as plantas medicinais você pode utilizar a literatura específica, contendo ilustrações e a descrição anatômica das plantas, ou pode coletar material e enviar para centros de pesquisas ou universidades para que seja feita a identificação botânica da espécie. 

Nas fases do cultivo, da colheita, da secagem e do beneficiamento das plantas medicinais e aromáticas, é muito importante identificá-las pelo seu nome científico, além do nome comum. Todos os lotes de plantas que são colhidos devem ser acompanhados por uma ficha de identificação contendo, dentre outras informações, o nome científico e o nome comum da espécie.

Fonte: www.cpt.com.br

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sábado, 15 de novembro de 2025

Colher batata-doce é fácil. Veja as dicas.

 


Por serem os consumidores exigentes em produtos de qualidade, muito se deve atentar ao realizar a colheita da batata-doce. Preste atenção nas dicas abaixo e veja como é fácil.

Por causa da rusticidade e da facilidade de adaptação da cultura, a batata-doce apresenta um custo de produção muito baixa, representando uma excelente fonte de renda para o agricultor. No entanto, por serem os consumidores exigentes em produtos de qualidade, muito se deve atentar ao realizar a colheita.

 Veja as dicas abaixo: 

 1ª dica: identificar o ponto de colheita:

 O ponto de colheita da batata-doce é indicado pelos seguintes detalhes:- amarelecimento da parte aérea, e- queda de grande parte das folhas. 

 2ª dica: calcular o tempo de colheita:

  A colheita da batata-doce ocorre de 115 a 140, até 210 dias após o plantio, dependendo das condições climáticas da região. 

 3ª dica: ferramentas para a colheita:

  A colheita da batata-doce pode ser feita com enxada ou enxadão, evitando-se ferimentos às batatas, e pode ser parcelada, uma vez que a batata-doce conserva-se, por algumas semanas, debaixo do solo.

 4ª dica: prazo máximo para a colheita:

  O prazo máximo para a colheita da batata-doce deve ser respeitado. Se não quiser ter prejuízos, o agricultor deve fazer a colheita antes que comece novo período de chuvas.


Fonte: www.cpt.com.br

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quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Plantas Medicinais: Como fazer a propagação de plantas medicinais por estacas?

 


 Guia simples para propagar por estacas: como preparar, enraizar e cuidar das mudas de forma correta.

 1) Preparação das Estacas: 

 Segundo explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso CPT Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia, as estacas são pedaços de caule que devem ter, no mínimo, duas gemas: uma para formar raízes e outra para crescer novos ramos. 

O tamanho ideal das estacas vai de 10 a 20 cm, dependendo da planta. 

 Escolha uma planta saudável, sem pragas ou doenças, e com boas características, porque as mudas vão se parecer com a planta de origem. 

 Use uma tesoura de poda bem afiada para cortar as estacas. A parte de baixo deve ser cortada na diagonal, o que ajuda a identificar qual parte deve ser enterrada no solo. 

Também é importante retirar algumas folhas e cortar as folhas muito grandes para evitar a perda de água. As estacas podem ser retiradas de ramos mais velhos (como da erva-cidreira - Lippia alba), de ramos com fibras médias (como o alecrim - Rosmarinus officinalis) ou de plantas com caules mais macios, como a sálvia (Salvia officinalis) e o manjericão (Ocimum basilicum). 

Em algumas plantas, como o alecrim e a sálvia, as estacas devem ser cortadas da ponta do ramo, pois é a parte mais nova e macia que consegue formar raízes.

2) Leito de Enraizamento: 

 Depois de cortar as estacas, coloque-as em um solo ou substrato que ajude no enraizamento, como areia lavada ou vermiculita. O substrato pode ser colocado em um recipiente ou diretamente no solo. 

 Enterre as estacas até 2/3 de seu comprimento, com a parte cortada voltada para baixo, onde estavam as raízes. Se colocar a estaca de cabeça para baixo, ela não vai enraizar. 

 Mantenha o solo úmido, mas sem deixar água acumulada. Assim como as sementes, as estacas precisam ser protegidas do sol direto, usando uma cobertura, como sombrite. 

 Além de no solo, as estacas também podem ser colocadas para enraizar em recipientes, como bandejas de isopor, sacos plásticos ou copos descartáveis.

3) Desenvolvimento das Mudas:

As estacas geralmente levam de 30 a 60 dias para formar raízes. Para saber se a estaca enraizou, observe se surgiram novas folhas e ramos. Também é possível retirar a estaca do substrato para verificar se já há raízes. 

 Quando as estacas estiverem com raízes, transfira as mudas para um solo mais nutritivo, como o usado para germinar sementes. O substrato pode ser uma mistura de três partes de terra, uma parte de areia e uma parte de esterco. 

 As mudas devem ser colocadas em copos ou sacos plásticos, onde vão continuar a crescer até estarem prontas para o transplante. Durante esse tempo, proteja as mudas com uma cobertura de palha, sombrite ou coloque-as na sombra de uma árvore. 

 Mantenha o solo úmido, mas sem encharcar, e faça a irrigação quando necessário.

 4) Transplante das Mudas: 

 Antes de transplantar as mudas para o local definitivo, elas precisam ser acostumadas aos poucos ao sol. Exponha-as ao sol por curtos períodos e aumente gradualmente, para que as plantas se adaptem. 

 Depois que as mudas estiverem prontas, plante-as no local definitivo e acostume-as ao sol aos poucos. Mantenha o solo úmido, mas sem encharcar. Com cuidado, suas plantas vão crescer fortes e saudáveis.


Fonte: www.cpt.com.br

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quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Ajude a diminuir a poluição do ar com a Reciclagem.

 


Você já parou para pensar em como a reciclagem pode ajudar a reduzir a poluição do ar? 

Parece difícil de acreditar, mas é verdade! Quando pensamos em reciclagem, geralmente associamos essa prática ao cuidado com o meio ambiente e à preservação dos recursos naturais. 

No entanto, a reciclagem também desempenha um papel fundamental na melhoria da qualidade do ar que respiramos. É uma das formas mais eficientes de lidar com o lixo que produzimos diariamente. 

Ao reciclar materiais como papel, plástico, vidro e metal, evitamos que esses resíduos sejam descartados em aterros sanitários ou incinerados. Esses métodos tradicionais de descarte são altamente prejudiciais ao meio ambiente e contribuem para a poluição do ar.

Quando o lixo é enviado para aterros sanitários, ocorre a decomposição anaeróbica dos resíduos orgânicos, liberando gases como metano e dióxido de carbono. 

Esses gases são considerados grandes causadores do efeito estufa e contribuem para o aquecimento global. Além disso, os incineradores de lixo emitem uma série de substâncias tóxicas na atmosfera, como dioxinas e furanos causando também impactos na saúde humana.

A reciclagem, por outro lado, evita que esses gases poluentes sejam liberados na atmosfera. Ao reciclar materiais, estamos economizando energia e recursos naturais, além de reduzir a necessidade de extração e produção de novos materiais. Isso significa menos emissões de gases poluentes associados a esses processos. Além disso, a reciclagem também contribui para a diminuição da demanda por aterros sanitários e incineradores de lixo. Com menos resíduos sendo descartados dessa forma, há uma redução significativa na quantidade de gases emitidos para o ar. 

Conheça os impactos positivos da reciclagem na qualidade do ar que respiramos 

Os impactos positivos da reciclagem na qualidade do ar são inúmeros. Ao reduzir as emissões de gases poluentes, estamos contribuindo para a melhoria da qualidade do ar que respiramos. Isso é especialmente importante em áreas urbanas, onde a poluição atmosférica é mais intensa. Além disso, a reciclagem também ajuda a preservar os recursos naturais e a evitar a degradação do meio ambiente. Ao reciclar materiais, estamos prolongando sua vida útil e evitando que sejam descartados precocemente. Isso significa menos extração de matérias-primas e menos impacto ambiental associado a esses processos. 

Felizmente, existem muitas iniciativas e projetos sustentáveis que promovem a reciclagem como solução para a poluição atmosférica. Empresas e organizações estão cada vez mais engajadas em desenvolver tecnologias e processos de reciclagem mais eficientes e sustentáveis. Além disso, governos e instituições estão implementando políticas de incentivo à reciclagem e à redução do lixo. 

A conscientização da população também é fundamental nesse processo. Cada um de nós pode fazer a diferença ao adotar práticas de consumo consciente, separar corretamente o lixo e incentivar a reciclagem em nosso dia a dia.

A reciclagem não é apenas uma forma de lidar com o lixo, mas também uma estratégia essencial na mitigação das mudanças climáticas. Ao reduzir as emissões de gases poluentes, estamos contribuindo para a estabilização do clima e para a preservação do planeta para as futuras gerações. 

Dicas práticas para aderir à reciclagem e fazer sua parte na melhoria da qualidade do ar.

Se você ainda não aderiu à reciclagem, aqui vão algumas dicas práticas para começar: 

1. Informe-se sobre os materiais que podem ser reciclados na sua região e como separá-los corretamente. 

2. Tenha uma lixeira específica para materiais recicláveis em casa. 

3. Reduza o consumo de produtos descartáveis e opte por produtos duráveis. 

4. Reutilize embalagens e objetos sempre que possível. 

5. Incentive amigos e familiares a aderirem à reciclagem. 

Lembre-se, cada pequena ação faz a diferença! Faça sua parte na melhoria da qualidade do ar que respiramos e ajude a reduzir a poluição atmosférica através da reciclagem. 🌍🌱💚

MITO OU VERDADE?

Então, você pode se tornar um verdadeiro herói do meio ambiente! 🦸‍♀️🌿 
E aí, vamos embarcar nessa jornada verde? 🌎💚

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

ENVENENAMENTO DOMESTICO

 


Envenenamento doméstico Cuidado com as armadilhas domésticas

ENVENENAMENTO DOMÉSTICO 
Mantenha todos os produtos tóxicos em local seguro e trancado, fora do alcance das crianças, para não despertar sua curiosidade. 
Para ajudar a prevenir intoxicações com remédios ou produtos de limpeza, adquira, se possível, produtos com trava de segurança. 
As mais frequentes intoxicações em crianças são causadas por remédios, produtos de uso doméstico. 

REMÉDIOS 
Os remédios são ingeridos por crianças que os encontram deixados pelo adulto, em local de fácil acesso; nunca deixe de ler o rótulo ou a bula antes de usar qualquer medicamento; 
evite tomar remédio na frente de crianças; 
não dê remédio no escuro para evitar a troca indevida por outro; 
não utilize remédios sem orientação médica; 
mantenha os medicamentos nas embalagens originais com a bula; 
cuidado com remédios de uso infantil e adulto com embalagens muito parecidas. 
Erros de identificação podem causar intoxicações graves e, às vezes, fatais; 
nunca use medicamentos com prazo de validade vencido; 
nunca coloque a embalagem com o seu conteúdo na lixeira;

É importante que a criança aprenda que remédio não é bala, doce, ou refresco. 
Quando sozinha, ela poderá ingerir o medicamento. 

Lembre-se: remédio é remédio; pílulas coloridas, embalagem e garrafas bonitas, brilhantes e atraentes, odor e sabor adocicado despertam a atenção e a curiosidade natural das crianças. 
Não estimule essa curiosidade.

PRODUTOS DOMÉSTICOS 

Leia atentamente os rótulos antes de usar qualquer produto doméstico e siga as instruções cuidadosamente; 

guarde detergentes, sabão em pó, inseticidas, e outros produtos de uso doméstico, longe dos alimentos, dos medicamentos e fora do alcance das crianças; 

mantenha os produtos nas suas embalagens originais. 

Nunca coloque produtos derivados de petróleo (querosene, gasolina), alvejantes, em embalagens de refrigerantes, sucos.

PLANTAS TÓXICAS 

Ensine às crianças que não se deve colocar plantas na boca; 

conheça as plantas de casa e arredores pelo nome e características; 

não coma plantas desconhecidas. 

Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguiras plantas comestíveis das venenosas.

 Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade das plantas;

quando estiver lidando com plantas venenosas, use luvas ou lave bem as mãos após esta atividade; 

não faça remédios ou chás caseiros preparados com plantas, sem orientação médica.

EM CASO DE ACIDENTE COM PLANTAS TÓXICAS 

Retire da boca o que resta da planta, cuidadosamente; enxague a boca com água corrente; 

guarde a planta para identificação; ligue para o Centro de Controle de Intoxicação.

QUANDO OCORREM AS INTOXICAÇÕES 

Geralmente, as intoxicações ocorrem nos horários que antecedem as refeições: das 10 às 12 horas e das 17 às 20 horas ou quando há mudanças na rotina da casa.

O QUE É EMBALAGEM DE SEGURANÇA? 

O PROJETO DE Lei nº 4841-A/94, em tramitação no Congresso Nacional, visa a adoção, a exemplo do que ocorre em muitos países, da Embalagem Especial de Proteção à Criança (EEPC) em medicamentos e produtos químicos de uso doméstico que apresentem potencial de risco à saúde. 

Ela deverá ser confeccionada de modo que seja significativamente difícil para uma criança com menos de cinco anos de idade abri-la ou retirar uma quantidade tóxica ou perigosa do produto nela contida, em um período razoável de tempo e que não seja difícil sua abertura por um adulto.

LUGARES PERIGOSOS DE UMA CASA 

Local: Cozinha : Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Desengordurantes, Desentupidores, Desinfetantes, Detergentes, Sabões, Saponáceos;

Local: Área de Serviço: Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Álcool, Alvejantes, Ceras, Fertilizantes, Gás de cozinha, Inseticidas, Raticidas, Sabões para máquina de lavar, Solventes, Tintas.

Local: Sala: Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Bebidas alcoólicas, Plantas ornamentais.

Local: Quarto: Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Inseticidas, Naftalina, Perfumes, Remédios.

Local: Banheiro: Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Cosméticos, Desodorantes de ambiente, Perfumes, Remédios, Sabonetes, Talcos, Todos os artigos de banho, Produtos de limpeza.

Local: Jardim: Produtos (Potencialmente) Tóxicos: Aranhas, Cobras, Escorpiões, Insetos, Plantas ornamentais.


Fonte: 


quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Serpentes: Polos de soro para acidentes ofídicos

 

Acesse o conteúdo

O Sinitox disponibiliza em seu site uma lista atualizada dos polos de soro para atendimento de acidentes ofídicos no Brasil. Esta iniciativa visa ampliar a divulgação dos polos e contribuir para o melhor aproveitamento da soroterapia, uma vez que o tempo decorrido entre o acidente e o atendimento é fundamental para eficiência do tratamento.


Foram catalogados cerca de 2 mil polos em todo o território nacional onde o acidentado pode receber, gratuitamente, o soro antiofídico. A lista foi elaborada através do contato com as secretarias estaduais de saúde de cada estado brasileiro, que informaram seus respectivos polos em que o serviço encontra-se disponível.


O documento está sendo apresentado em uma versão inicial. A ideia é que seja elaborado um mapa completo com as informações dos polos. Esse trabalho é fruto da dissertação de mestrado de Nathalie Citeli, aluna egressa do programa de pós-graduação do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), com orientação de Mônica Magalhães e Rosany Bochner, pesquisadoras deste instituto.

Fonte: por Alexandre Ressurreição - https://sinitox.icict.fiocruz.br/

Acesse o documento: https://sinitox.icict.fiocruz.br/polos-de-soro-para-acidentes-ofidicos


Veja a lista dos hospitais de referência para soroterapia de acidentes por animais peçonhentos separadas por estado, constando as cidades onde estão localizados, nomes dos hospitais, endereços, telefones, Código Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e atendimento disponível para acidentes com animais peçonhentos. As informações disponibilizadas são de responsabilidade da respectiva Secretaria Estadual de Saúde. 
Em caso de emergência, contate imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) ou o Corpo de Bombeiros (193). 

Acidentes Ofídicos - Mordedura de serpentes

 


Acidentes ofídicos, ou simplesmente ofidismo, é o quadro clínico decorrente da mordedura de serpentes. 

No Brasil é comum chamar as serpentes de “cobras”. Este nome é mais corretamente empregado para se referir às serpentes da Família Elapidae, no Brasil representada pelas cobras corais verdadeiras. Algumas espécies de serpentes produzem uma peçonha em suas glândulas veneníferas capazes de perturbar os processos fisiológicos e bioquímicos normais de uma possível vítima, causando alterações do tipo colinérgicas, hemorrágicas, anticoagulantes, necróticas, miotóxicas, citolíticas e inflamatórias. Algumas espécies de serpentes peçonhentas são de interesse em saúde pública. Elas pertencem à duas famílias: Viperidae e Elapidae.

Outras serpentes também podem causar acidentes, ou mesmo envenenamento, mas sem gravidade. Algumas serpentes da família Colubridae podem mimetizar a coloração das corais-verdadeiras. Estas são conhecidas como falsas corais. Embora possuem glândulas de veneno, os envenenamentos causados pelas falsas corais não são de importância em saúde. Difícil identificar a falsa coral, apenas Biológos pois são muitas características a serem analisadas.

Em caso de acidente com ANIMAIS PEÇONHENTOS procure um serviço médico imediatamente:
1- Não faça garrotes ou torniquetes:
2- Não faça incisões no local da picada;
3- Não aplique amoníaco, cáusticos, substancias irritantes ou contaminadas no local da picada;
4- Não ingira líquidos tóxicos ou bebidas alcoólicas;
5- Permaneça em repouso;
6- Não use medicamentos.


Sintomas

Os acidentes com serpentes variam de acordo com o tipo de animal envolvido, apresentando sintomas característicos que ajudam no diagnóstico e tratamento adequado. São divididos em quatro grupos, de acordo com o gênero da serpente causadora:


1- Tipo de acidente/Gênero: Acidente botrópico: É causado por serpentes da família Viperidae, dos gêneros Bothrops e Bothrocophias . É o grupo mais importante, com cerca de 30 espécies em todo o território brasileiro, encontradas em ambientes diversos, desde beiras de rios e igarapés, áreas litorâneas e úmidas, agrícolas e periurbanas, cerrados, e áreas abertas. Causam a grande maioria dos acidentes ofídicos no Brasil;
Nome popular: Jararaca, jararacuçu, urutu, caiçaca, comboia, cruzeira.
Sintomas: A região da picada apresenta dor e inchaço, às vezes com manchas arroxeadas (edemas e equimose) e sangramento pelos pontos da picada, em gengivas, pele e urina. Pode haver complicações, como grave hemorragia em regiões vitais, infecção e necrose na região da picada, além de insuficiência renal.
Jararaca - cauda lisa

2- Tipo de acidente/Gênero: Acidente crotálico: É causado pelas cascavéis (Família Viperidae, espécie Crotalus durissus). As cascavéis são identificadas pela presença de guizo, chocalho ou maracá na cauda e têm ampla distribuição em cerrados, regiões áridas e semiáridas, campos e áreas abertas;
Nome popular: Cascavel, boicininga, marabóia, maracabóia, maracá
Sintomas: O local da picada muitas vezes não apresenta dor ou lesão evidente, apenas uma sensação de formigamento. Pode ocorrer dificuldade de manter os olhos abertos, com aspecto sonolento (fácies miastênica), visão turva ou dupla, mal-estar, náuseas e cefaleia, acompanhadas por dores musculares generalizadas e urina escura nos casos mais graves.

Cascavel - cauda com guizo na ponta

3- Tipo de acidente/Gênero: Acidente laquético: Também é causado por serpentes da família Viperidae, no caso as espécies Lachesis muta e Lachesis rhombeata (surucucu-pico-de-jaca). A surucucu é a maior serpente peçonhenta do Brasil. Seu habitat é a floresta Amazônica e os remanescentes da Mata Atlântica;
Nome popular: Surucucu-pico-de-jaca
Sintomas: Quadro semelhante ao acidente por jararaca, a picada pela surucucu-pico-de-jaca pode ainda causar dor abdominal, vômitos, diarreia, bradicardia e hipotensão.

Surucucu pico-de- jaca a ponta da cauda com escamas eriçadas


4- Tipo de acidente/Gênero: Acidente elapídico: É causado pelas corais-verdadeiras (família Elapidae, gêneros Micrurus e Leptomicrurus). São amplamente distribuídos no país, com várias espécies que apresentam padrão característico com anéis coloridos com padrões monadal ou tríades. Possuem veneno muito potente e não dão bote.
Nome popular: Coral-verdadeira
Sintomas: O acidente por coral-verdadeira não provoca, no local da picada, alteração importante. As manifestações do envenenamento caracterizam-se por dor de intensidade variável, visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e aspecto sonolento. Óbitos estão relacionados à paralisia dos músculos respiratórios, muitas vezes decorrentes da demora na busca por socorro médico.





Prevenção

Os acidentes causados por serpentes podem ser evitados com medidas simples e eficazes. 
Segue algumas práticas essenciais de prevenção para reduzir os riscos de encontros com esses animais:

1-Usar botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos pode evitar cerca de 75% dos acidentes ofídicos;
2-Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos. Cerca de 20% das picadas atingem mãos ou antebraços;
3-Serpentes se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos. Deve-se ter cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana, e ao revirar cupinzeiros;
4-Serpentes se alimentam de ratos e por isso deve-se controlar o aparecimento destes roedores nas residências. Limpar paióis e terreiros, não deixar lixo acumulado. Fechar buracos de muros e frestas de portas;
5-Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas e madeiras, bem como não deixar mato alto ao redor das casas. Isso atrai e serve de abrigo para pequenos animais, que servem de alimentos às serpentes.

Tratamento

O diagnóstico de envenenamento ofídico é eminentemente clínico-epidemiológico, não sendo empregado na rotina hospitalar exame laboratorial para confirmação do veneno circulante. Tempo de coagulação (TC), hemograma e função renal são importantes para o monitoramento da soroterapia e acompanhamento das complicações nos acidentes botrópicos, laquéticos e crotálicos.

O tratamento é feito com o soro específico para cada tipo de envenenamento. Os soros antiofídicos específicos são o único tratamento eficaz e, quando indicados, devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica.

1-Tipo de acidente: Botrópico
Antiveneno: SABrB, SABLC ou SABCD
Classificação Clinica: 
Leve: quadro local discreto, sangramento discreto em pele ou mucosas; pode haver apenas distúrbio na coagulação.
Moderado: edema e equimose evidentes, sangramento sem comprometimento do estado geral; pode haver distúrbio na coagulação.
Grave: alterações locais intensas, hemorragia grave, hipotensão/choque, insuficiência renal, anúria; pode haver distúrbio na coagulação. 

2- Tipo de acidente: Crotálico
Antiveneno: SACrE ou SABC
Classificação Clinica:
Leve: alterações neuroparalíticas discretas; sem mialgia, escurecimento da urina ou oligúria. 
Moderado: alterações neuroparalíticas evidentes, mialgia e mioglobinúria (urina escura) discretas.
Grave: alterações neuroparalíticas evidentes, mialgia e mioglobinúria intensas, oligúria. 

3- Tipo de acidente: Laquético
Antiveneno: SABL
Classificação Clinica:
Moderado: quadro local presente; pode haver sangramentos, sem manifestações vagais.
Grave: quadro local intenso, hemorragia intensa, com manifestações vagais.

4- Tipo de acidente: Elapídico
Antiveneno: SAElaF
Classificação Clinica:
Dor ou parestesia discretas, ptose palpebral, turvação visual. Considerar todos os casos como potencialmente graves devido ao risco de insuficiência respiratória,

Fonte: Adaptado do Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos (2001) e do Guia de Vigilância Epidemiológica (2019).

A Devido à potencial gravidade do acidente laquético, são considerados clinicamente moderados ou graves, não havendo casos leves.
B SABr = Soro antibotrópico (pentavalente);
C SABL = Soro antibotrópico (pentavalente) e antilaquético;
D SABC = Soro antibotrópico (pentavalente) e anticrotálico;
E SACr = Soro anticrotálico;
F SAEla = Soro antielapídico (bivalente).


As informações fornecidas neste site são exclusivamente para fins de conhecimento e não devem ser utilizadas como substituto para tratamento médico. Em caso de acidente com ofídicos ou qualquer outra emergência de saúde, recomendamos a procura imediata da orientação de um profissional de saúde qualificado.

Veja a lista dos hospitais de referência para soroterapia de acidentes por animais peçonhentos separadas por estado, constando as cidades onde estão localizados, nomes dos hospitais, endereços, telefones, Código Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e atendimento disponível para acidentes com animais peçonhentos. As informações disponibilizadas são de responsabilidade da respectiva Secretaria Estadual de Saúde. Em caso de emergência, contate imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) ou o Corpo de Bombeiros (193). 


Fonte: Acidentes Ofídicos — Ministério da Saúde

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Super Dicas para plantar o Lírio da Paz

 


O Lírio-da-paz é uma planta muito resistente, rústica, de fácil adaptação, podendo ser produzida em viveiros de todos os portes, com baixo investimento.

Se você está procurando uma planta de casa que seja bonita, fácil de cuidar e que traga uma sensação de paz e tranquilidade ao ambiente, o Lírio da Paz é a escolha perfeita. Uma das características mais distintivas do lírio da paz é sua folhagem verde escura e brilhante, que muitas vezes é complementada por flores brancas ou ocasionalmente rosadas. As flores são pequenas e rodeadas por uma espata branca, conferindo-lhes uma aparência elegante e refinada. Além disso, ela também é conhecida por sua capacidade de purificar o ar, tornando-o uma adição valiosa a qualquer espaço interior.

 Esta é uma planta acostumada a clima tropical, necessita ser plantada em local quente e úmido, com bastante incidência de luz, no entanto, o sol direto queima suas folhas. "Por isso, devemos utilizá-la em jardins protegidos por árvores maiores, ou em vasos no interior das casas", explica José Geraldo Barbosa, professor do Curso CPT Produção Comercial de Antúrio, Helicônia e Spathiphyllum

Felizmente, graças a seu pequeno porte o Lírio-da-paz se adapta bem ao vaso, lembre-se apenas de deixar um pouco de espaço vago no vaso, se for fazer o transplante dela para preencher com mais terra preparada sem derramar. 

 Já nos jardins, é comum que se plantem várias delas próximas umas as outras. Para formar moitas floridas, revolva bem a terra antes do plantio, e dê um espaço de pelo menos um palmo entre cada planta para que tenham espaço para crescerem. 

 Dicas :

1- Mesmo sendo muito resistente, o Lírio-da-paz também requer alguns cuidados especiais para se tornar uma planta bonita e sadia. Adapta-se com facilidade tanto dentro de casa quanto fora, é só não deixá-la exposta diretamente ao sol e longe de correntes de frio.

 2- O Lírio-da-paz fica bem em qualquer tipo de vaso. 

 3- A muda é feita por meio de divisão dos bulbos de uma planta já adulta. Separe-os e, em seguida, plante-o no vaso de sua preferência. Nessa fase de crescimento do broto, não se deve colocar adubo, pois pode matá-lo. O adubo deve ser aplicado após o enraizamento. 

 4- Você deve deixar a terra sempre úmida. No verão, regar quatro vezes por semana e, no inverno, de duas a três. Escolher um vaso com bom sistema de drenagem, pois o acúmulo de água nas raízes pode levar ao apodrecimento. Adicione um substrato rico em matéria orgânica para garantir um crescimento saudável.

 5- Costuma dar flor o ano todo, mas, no inverno, é comum a quantidade diminuir. 

 6- A mistura ideal de adubo para o Lírio-da-paz é húmus de minhoca, pó de casca de coco e areia. É aconselhável usar uma colher de chá de adubo a cada 30 dias. Uma boa opção é a torta de mamona. 

 7- A poda pode ser feita retirando-se as folhas secas. 

 8- Não suporta sol direto. Ideal para locais sombreados e dentro de casa.

9-  Transplante: Replante seu lírio da paz a cada dois ou três anos, conforme necessário, para fornecer espaço adequado para o crescimento das raízes.

CURIOSIDADES:

Além de ser uma planta bonita e fácil de cuidar, o Lírio possui algumas curiosidades interessantes. Por exemplo, você sabia que:
- Os lírios são conhecidos por suas propriedades purificadoras de ar, ajudando a remover toxinas como formaldeído, benzeno, amônia e monóxido de carbono do ambiente.

-Na linguagem das flores, o lírio da paz simboliza a harmonia, a pureza e a renovação espiritual também é vista como um símbolo de paz, daí o nome.

-Longevidade: Com os cuidados adequados, um lírio pode viver muitos anos, trazendo beleza e frescor para sua casa.

-Existem mais de 40 espécies diferentes de Lírio, cada uma com suas características.

-Em algumas culturas, o lírio da paz é usado em rituais de purificação e proteção contra energias negativas.

Fontes: www.cpt.com.br; plantasecultivos.com

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sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Plantas Medicinais: formas de uso e seu preparo.

 

As plantas tratam sintomas internos e externos por meio de chás, sucos, pós e tinturas de formas eficazes

Formas de usar as Plantas: Tanto para o tratamento de sintomas internos como para problemas externos, as plantas podem ser usadas na forma de chás, sucos, pós e tinturas. 
Em qualquer forma de preparo, devem ser usados utensílios de ágata, cerâmica ou vidro, nunca alumínio, explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia. 

Infusão: 
A infusão consiste em despejar água fervente sobre a erva fresca ou desidratada, deixando-se repousar por 5 a 10 min, de preferência tampado. Após o repouso, o chá deve ser filtrado. 

Essa forma de preparo é indicada para flores e folhas de textura fina. 
A proporção da erva vai depender da finalidade do uso. 
Para uso interno, geralmente, recomenda-se a proporção de uma a duas colheres de chá de erva para uma xícara de chá de água. 
Para uso externo a proporção pode ser maior.

Existem algumas variedades de ervas e plantas que se beneficiam mais com a técnica de infusão, como as ervas e folhas que possuem óleos essenciais que são liberados quando entram em contato com a água quente.

Exemplos de ervas, plantas e raízes, menos rígidas, que podem ser preparadas por infusão:
Camomila;
Erva-cidreira;
Hortelã;
Hibisco;
Cavalinha;
Melissa;
Capim-limão;
Chá verde;
Chá de frutas;
Chá de gengibre.

Decocção: 
 A decocção é indicada para raízes, cascas, sementes e folhas de textura grossa. 
 A erva é colocada na água fria, na proporção de uma a duas colheres de chá da planta fresca ou seca para cada xícara de água. 
Em seguida, o chá é levado ao fogo e deve ferver de 15 a 30 min, dependendo da textura da erva. 
Se forem folhas, deve ferver apenas três minutos; 
Se forem raízes, cascas ou sementes duras, podem ferver até 20 min. 
Após o cozimento, o chá deve repousar por 10 a 15 min, tampado. Em seguida, deve ser filtrado. 
A dosagem de erva pode ser maior quando se trata de uso externo. 
O resultado é um chá mais concentrado, com um sabor mais forte e amargo do que o chá preparado por infusão.

Algumas ervas e folhas são mais adequadas para a técnica de decocção, como as raízes, cascas, caules, folhas coriáceas, rizomas e sementes, mais rígidos, exemplos:
Gengibre;
Curcuma;
Dente-de-leão;
Ginseng;
Alho;
Cáscara Sagrada;
Eucalipto;
Casca de salgueiro branco;
Chá de canela;
Chá de hibisco.

Maceração: 
No método da maceração, a planta é colocada, amassada ou picada, de molho em água fria, durante 10 a 24 h, dependendo da parte utilizada. 
Folhas, sementes e partes tenras ficam de 10 a 12 h. 
Talos, cascas e raízes duras, de 22h a 24h. 
Após cumprido o período de maceração, o chá deve ser coado. 

As ervas e folhas mais adequadas para a técnica de maceração são as que são mais delicadas e contêm menos óleos essenciais, como flores e frutas.

Exemplos de ervas, plantas e raízes, que degradam com o aquecimento, que é indicado preparar por maceração:
Alecrim;
Cravo;
Canela;
Baunilha;
Anis;
Funcho;
Cardamomo;
Raiz de gengibre;
Raiz de alcaçuz;
Casca de laranja.

Suco: 
O suco é obtido pela trituração de folhas no liquidificador ou espremendo-se os frutos. 
Deve ser preparado no momento do uso. 
 Na Cosmética e na Dermatologia pode ser usado na composição de máscaras, em compressas, em formulações de xampus e outras formas. 

Pó: 
Para fazer o pó é preciso, inicialmente, secar a planta. Em seguida, ela deve ser triturada. 
As folhas podem ser trituradas em um processador e as cascas e raízes podem ser moídas ou raladas. Para obter um pó bem fino, a planta triturada deve ser passada em uma peneira ou pano.
O pó deve ser guardado em vidro seco e tampado. 

Tintura: A tintura é uma forma de preparação em que se extrai os princípios ativos das plantas, utilizando-se álcool. De preferência, deve ser usado o álcool de cereais no preparo. 
A tintura pode ser preparada com plantas frescas ou secas, previamente picadas ou trituradas. 
O procedimento para o preparo de tintura é o mesmo para qualquer parte da planta: raízes, caules, flores ou folhas.


Escolha das ervas, plantas e raízes

Independentemente do método escolhido, é fundamental ter em mente que a qualidade das ervas utilizadas é um fator crucial para o sucesso do chá. Ervas de baixa qualidade ou mal armazenadas podem ter perdido parte de seus compostos ativos e, portanto, não oferecerão os mesmos benefícios terapêuticos que as ervas de alta qualidade e frescor.

Fontes: www.cpt.com.br; chaesabedoria.com

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quinta-feira, 17 de julho de 2025

Por que a Reciclagem é tão importante para reduzir a polução do ar?

 



A reciclagem é como uma super-heroína do meio ambiente! Ela ajuda a reduzir a poluição do ar de várias maneiras incríveis. Quando reciclamos, evitamos que materiais sejam enviados para aterros sanitários e incineradores, onde podem liberar gases tóxicos na atmosfera. Além disso, ao reciclar, economizamos energia, pois o processo de produção de materiais reciclados consome menos energia do que a produção de materiais virgens. É uma vitória dupla!

Quais materiais podem ser reciclados para ajudar na redução da poluição do ar?

Praticamente tudo pode ser reciclado! Desde papel e plástico até vidro e metal, todos esses materiais têm o potencial de serem transformados em novos produtos. Ao reciclar esses materiais, evitamos a extração de recursos naturais e reduzimos a quantidade de resíduos que vão parar nos aterros e incineradores.

Como a reciclagem contribui para a qualidade do ar que respiramos?

Você sabia que muitos produtos químicos tóxicos são liberados no ar durante o processo de fabricação de materiais virgens? Ao optarmos pela reciclagem, diminuímos a demanda por esses produtos químicos e, consequentemente, reduzimos a quantidade de poluentes lançados no ar. Isso significa que podemos respirar um ar mais limpo e fresco!

Quais são os principais benefícios da reciclagem para o meio ambiente?

A reciclagem é uma verdadeira amiga do meio ambiente! Além de ajudar a reduzir a poluição do ar, ela também contribui para a conservação dos recursos naturais, a economia de energia, a redução da quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários e a diminuição da emissão de gases de efeito estufa. É uma verdadeira festa para a natureza!

Como posso fazer a minha parte na reciclagem para ajudar a reduzir a poluição do ar?

Você pode ser um super-herói da reciclagem no seu dia a dia! Separe corretamente os materiais recicláveis do seu lixo comum, como papel, plástico, vidro e metal. Certifique-se de que esses materiais sejam encaminhados para a coleta seletiva ou para pontos de reciclagem. Lembre-se: cada pequena ação faz uma grande diferença!

Quais são os impactos positivos da reciclagem na qualidade de vida das pessoas?

A reciclagem não só beneficia o meio ambiente, mas também melhora a qualidade de vida das pessoas. Ao reduzir a poluição do ar, estamos protegendo nossa saúde respiratória e evitando doenças relacionadas à poluição atmosférica. Além disso, a reciclagem gera empregos e fortalece a economia local. É uma vitória para todos!

A reciclagem pode parecer uma tarefa desafiadora, mas é um esforço essencial que todos nós podemos fazer para reduzir o impacto humano sobre o meio ambiente.



Visite: https://blogdecoracao.biz/reciclagem/

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Plantas Medicinais: Como fazer a Colheita da forma correta?


Dicas simples para colher plantas medicinais com qualidade e preservar suas propriedades

 Segundo a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso CPT Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia, a colheita de plantas medicinais exige cuidado e atenção, pois a qualidade final depende diretamente do momento e da forma como as partes da planta são coletadas. Confira as principais orientações para realizar esse processo corretamente.

 Definindo o Ponto de Colheita 

 O ponto ideal de colheita varia de acordo com a parte da planta a ser utilizada, seu estágio de desenvolvimento, a época do ano e até a hora do dia. 

Veja as regras gerais:

 • Folhas e talos: devem ser colhidos antes da floração, quando a concentração de substâncias ativas é maior.

 • Folhas e flores: em algumas plantas, como alecrim, manjericão e manjerona, ambas podem ser colhidas antes ou durante o florescimento. • Flores: devem ser colhidas totalmente desenvolvidas e abertas. 

 • Cascas: o ideal é coletá-las ao final do ciclo anual ou antes da floração, em plantas perenes e adultas. • Sementes: devem estar completamente maduras. Em frutos que caem ao atingir a maturação, como o funcho, a colheita deve ser antecipada. • Frutos: colha-os completamente maduros, como no caso da pimenta. 

 • Raízes: devem ser coletadas em plantas adultas, ao final de seu ciclo de vida, quando atingem maior concentração de princípios ativos. Para o gengibre, a colheita ocorre quando a parte aérea começa a murchar.

Como Fazer a Colheita :

Algumas práticas são essenciais para preservar a planta e garantir uma colheita perfeita:

 • Altura do corte: 

-Para plantas anuais, deixe ao menos 10 cm do caule. 

-Em plantas perenes, mantenha 1/3 do comprimento dos ramos.

 • Instrumentos: utilize ferramentas afiadas, como tesouras ou facas, para evitar danos às plantas. 

 • Colheita de folhas: evite retirar todas as folhas do mesmo galho, preservando sua vitalidade. 

 • Retirada de cascas: extraia apenas de plantas adultas e sadias, retirando pequenos pedaços de um único lado do tronco para evitar a morte da planta. 

 • Limpeza inicial: lave a planta após a colheita, eliminando folhas secas, mofadas ou danificadas por insetos. 

 • Preservação natural: em coletas realizadas em matas, deixe algumas plantas para garantir sua regeneração e multiplicação.

Cuidados Importantes na Colheita e Pós-Colheita:

Para garantir a qualidade das plantas medicinais, siga estas orientações: 

 • Planejamento: conheça bem a planta para identificar a parte a ser utilizada e o melhor momento para a colheita. 

 • Condições climáticas: evite colher em dias de chuva, sob sol forte ou enquanto as plantas ainda estiverem úmidas de orvalho. Prefira o início da manhã ou o final da tarde. 

 • Evitar plantas danificadas: não colha plantas doentes, atacadas por insetos ou muito jovens. 

 • Época ideal: colete raízes, rizomas e cascas preferencialmente no outono-inverno, durante a estação seca. 

 • Recipientes adequados: utilize cestos ou caixas para evitar amassar as plantas. Não use sacos plásticos, pois podem causar aquecimento e fermentação. 

 • Proteção contra o sol: mantenha folhas e flores longe do sol direto. Se necessário, cubra-as com um pano ou coloque-as na sombra. 

 • Transporte rápido: leve o material para o beneficiamento imediatamente, protegendo-o do calor excessivo para evitar fermentação. 

 • Identificação: insira uma ficha de identificação no material colhido com informações relevantes para controle posterior.

Seguindo essas dicas, a colheita de plantas medicinais será mais fácil e cuidadosa, mantendo a qualidade das propriedades da planta e resultando em um bom produto final.

Fontes: www.cpt.com.br

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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Plantas Medicinais: Qual a importância da Secagem?


Passo a passo para preservar os nutrientes, o aroma e a qualidade das ervas medicinais.

A secagem de plantas medicinais é necessária para sua conservação por mais tempo. Esse processo remove a água presente nas células, interrompendo a atividade das enzimas que dependem de umidade para transformar os compostos químicos das plantas. 

Quanto mais rápido o material for submetido à secagem após a colheita, menores serão as perdas de componentes ativos. Além disso, microrganismos como fungos e bactérias, que precisam de umidade para sobreviver e crescer, também são controlados por meio da secagem, explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso CPT Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia. 

Uma secagem bem feita mantém as qualidades das plantas, incluindo componentes ativos, cheiro, sabor e aparência, garantindo seu uso prolongado.

Preparo das Plantas para a Secagem:

O processo deve começar no mesmo dia da colheita para evitar a perda de qualidade causada pela ação de enzimas. Qualquer atraso na secagem compromete o material colhido. Antes da secagem, é importante fazer uma triagem cuidadosa para remover resíduos como terra, pedras, insetos e partes danificadas ou atacadas por pragas e doenças. Esse cuidado inicial ajuda a manter a qualidade do produto final. 

Lavagem das Plantas:

Recomenda-se lavar as plantas com superfícies lisas e pouca quantidade de pelos, principalmente quando se trata da parte aérea. Após a lavagem, o ideal é centrifugar as plantas para tirar o excesso de água superficial, prevenindo problemas como o aparecimento de fungos. 

 Raízes, rizomas e cascas devem ser sempre lavados para retirar a terra e outros resíduos. 

Separação por Espécies:

Para evitar misturas e interferências nos componentes ativos, as plantas devem ser secas separadamente. Desde a colheita até o armazenamento, cada espécie deve ser mantida isolada, garantindo a pureza do material. 

Fracionamento das Plantas:

Cortar folhas e raízes grandes em pedaços menores facilita a secagem. Folhas pequenas podem ser mantidas com os talos, o que conserva suas propriedades e facilita o manuseio. Já folhas grandes podem ser picadas, principalmente quando o volume é alto, por conta da limitação de espaço na área de secagem. 

 As plantas colhidas inteiras devem ter suas partes separadas, como raízes, hastes, folhas, flores e frutos, para que cada uma seja secada de forma individual. Após o processo, essas partes podem ser armazenadas em recipientes apropriados. 

Para cipós, recomenda-se separar as folhas das hastes, picando as hastes antes da secagem. Folhas com pecíolos grossos devem ser separadas do limbo para garantir que sequem de maneira uniforme. 

A secagem de plantas medicinais é uma etapa muito importante para garantir sua qualidade e uso prolongado. 

Seguir as práticas corretas, desde a colheita até o armazenamento, ajuda a preservar os componentes ativos e assegura que as plantas mantenham suas propriedades medicinais por mais tempo.



Fontes: www.cpt.com.br

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Compostagem Vegetal e de Cama de Aviário

 


Como realizar a compostagem vegetal e de cama de aviário corretamente? 
 Veja o passo a passo da compostagem vegetal e de cama de aviário.

 A compostagem vegetal é amplamente reconhecida e recomendada devido ao seu menor risco de biossegurança, sendo a técnica mais praticada, inclusive em domicílios, explica Professor Marcelo Dias da Silva, do Curso CPT Compostagem de Carcaças e Outros Resíduos de Origem Animal.

 A compostagem vegetal é feita da seguinte forma: 

 • Fazem-se leiras que são cobertas com material inerte, por exemplo, terra. 
 • As etapas são semelhantes às da compostagem de outros materiais, como carcaças e fezes. A diferença é que, com materiais vegetais, o risco de biossegurança é menor. 
 • Tritura-se o material para facilitar a ação dos microrganismos decompositores. 
 • O material deve ter certa umidade e ser coberto com material seco para promover a fermentação, proteger o microambiente e possibilitar a oxigenação. 
 • A temperatura interna nas leiras irá se elevar após a montagem, e elas devem ser reviradas periodicamente para promover a aeração. 
 • Após a redução e estabilização da temperatura, o material compostado poderá ser peneirado e armazenado para uso.


Compostagem de cama de aviário: 

 Na compostagem de cama de aviário, utiliza-se a cama que tenha recebido de 3 a 4 lotes de frangos. Menos que isso resulta em uma cama pobre em nitrogênio; mais que isso, resulta em uma cama encharcada, com muito nitrogênio e pouco carbono. 
Os materiais mais utilizados são camas de capim, palhas e casca de café, que se mostram mais eficazes que serragem e palha de arroz. 

 O processo de compostagem da cama de aviário segue os seguintes passos: 
 • Amontoam-se as camas em local com piso impermeável para evitar que o chorume seja drenado para o solo e para proteger o material da chuva. 
O chorume pode ser coletado e armazenado para uso posterior, como umedecer o material da compostagem quando necessário. 
 • A pilha feita com a cama deve ser revirada a cada dois dias. 
 • Se a umidade estiver muito baixa, o material deve ser umedecido. 
 • Após cerca de 45 dias, a temperatura vai diminuir e o reviramento passa a ser feito a cada 5 dias.

 Após 90 dias, o material estará humificado e pronto para uso. Para isso, deve apresentar as seguintes características: 
 • Deverá ter cheiro de terra, cor escura e nenhum mau cheiro.
 • O volume da pilha deverá corresponder à metade do volume original. 

 O tempo necessário para executar esse processo varia de acordo com condições como umidade, clima da região e manejo adequado do material de compostagem. 
Por isso, é recomendado o uso de um termômetro para identificar o momento certo. 
 A experiência prática mostra que o tempo necessário para o processo de compostagem varia em cada região de acordo com a umidade. 
Quando há ferramentas disponíveis, como termômetro e condições técnicas adequadas, é possível realizar uma análise mais precisa do produto final, especialmente em termos microbiológicos.

Fontes: www.cpt.com.br

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Qual a diferença entre Sal iodado e Sal não iodado?

  Com tantos tipos diferentes de sal disponíveis — como sal iodado e sal não iodado — pode ser difícil saber qual é o melhor para sua saúde....