quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Super Dicas para plantar o Lírio da Paz

 


O Lírio-da-paz é uma planta muito resistente, rústica, de fácil adaptação, podendo ser produzida em viveiros de todos os portes, com baixo investimento.

Se você está procurando uma planta de casa que seja bonita, fácil de cuidar e que traga uma sensação de paz e tranquilidade ao ambiente, o Lírio da Paz é a escolha perfeita. Uma das características mais distintivas do lírio da paz é sua folhagem verde escura e brilhante, que muitas vezes é complementada por flores brancas ou ocasionalmente rosadas. As flores são pequenas e rodeadas por uma espata branca, conferindo-lhes uma aparência elegante e refinada. Além disso, ela também é conhecida por sua capacidade de purificar o ar, tornando-o uma adição valiosa a qualquer espaço interior.

 Esta é uma planta acostumada a clima tropical, necessita ser plantada em local quente e úmido, com bastante incidência de luz, no entanto, o sol direto queima suas folhas. "Por isso, devemos utilizá-la em jardins protegidos por árvores maiores, ou em vasos no interior das casas", explica José Geraldo Barbosa, professor do Curso CPT Produção Comercial de Antúrio, Helicônia e Spathiphyllum

Felizmente, graças a seu pequeno porte o Lírio-da-paz se adapta bem ao vaso, lembre-se apenas de deixar um pouco de espaço vago no vaso, se for fazer o transplante dela para preencher com mais terra preparada sem derramar. 

 Já nos jardins, é comum que se plantem várias delas próximas umas as outras. Para formar moitas floridas, revolva bem a terra antes do plantio, e dê um espaço de pelo menos um palmo entre cada planta para que tenham espaço para crescerem. 

 Dicas :

1- Mesmo sendo muito resistente, o Lírio-da-paz também requer alguns cuidados especiais para se tornar uma planta bonita e sadia. Adapta-se com facilidade tanto dentro de casa quanto fora, é só não deixá-la exposta diretamente ao sol e longe de correntes de frio.

 2- O Lírio-da-paz fica bem em qualquer tipo de vaso. 

 3- A muda é feita por meio de divisão dos bulbos de uma planta já adulta. Separe-os e, em seguida, plante-o no vaso de sua preferência. Nessa fase de crescimento do broto, não se deve colocar adubo, pois pode matá-lo. O adubo deve ser aplicado após o enraizamento. 

 4- Você deve deixar a terra sempre úmida. No verão, regar quatro vezes por semana e, no inverno, de duas a três. Escolher um vaso com bom sistema de drenagem, pois o acúmulo de água nas raízes pode levar ao apodrecimento. Adicione um substrato rico em matéria orgânica para garantir um crescimento saudável.

 5- Costuma dar flor o ano todo, mas, no inverno, é comum a quantidade diminuir. 

 6- A mistura ideal de adubo para o Lírio-da-paz é húmus de minhoca, pó de casca de coco e areia. É aconselhável usar uma colher de chá de adubo a cada 30 dias. Uma boa opção é a torta de mamona. 

 7- A poda pode ser feita retirando-se as folhas secas. 

 8- Não suporta sol direto. Ideal para locais sombreados e dentro de casa.

9-  Transplante: Replante seu lírio da paz a cada dois ou três anos, conforme necessário, para fornecer espaço adequado para o crescimento das raízes.

CURIOSIDADES:

Além de ser uma planta bonita e fácil de cuidar, o Lírio possui algumas curiosidades interessantes. Por exemplo, você sabia que:
- Os lírios são conhecidos por suas propriedades purificadoras de ar, ajudando a remover toxinas como formaldeído, benzeno, amônia e monóxido de carbono do ambiente.

-Na linguagem das flores, o lírio da paz simboliza a harmonia, a pureza e a renovação espiritual também é vista como um símbolo de paz, daí o nome.

-Longevidade: Com os cuidados adequados, um lírio pode viver muitos anos, trazendo beleza e frescor para sua casa.

-Existem mais de 40 espécies diferentes de Lírio, cada uma com suas características.

-Em algumas culturas, o lírio da paz é usado em rituais de purificação e proteção contra energias negativas.

Fontes: www.cpt.com.br; plantasecultivos.com

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sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Plantas Medicinais: formas de uso e seu preparo.

 

As plantas tratam sintomas internos e externos por meio de chás, sucos, pós e tinturas de formas eficazes

Formas de usar as Plantas: Tanto para o tratamento de sintomas internos como para problemas externos, as plantas podem ser usadas na forma de chás, sucos, pós e tinturas. 
Em qualquer forma de preparo, devem ser usados utensílios de ágata, cerâmica ou vidro, nunca alumínio, explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia. 

Infusão: 
A infusão consiste em despejar água fervente sobre a erva fresca ou desidratada, deixando-se repousar por 5 a 10 min, de preferência tampado. Após o repouso, o chá deve ser filtrado. 

Essa forma de preparo é indicada para flores e folhas de textura fina. 
A proporção da erva vai depender da finalidade do uso. 
Para uso interno, geralmente, recomenda-se a proporção de uma a duas colheres de chá de erva para uma xícara de chá de água. 
Para uso externo a proporção pode ser maior.

Existem algumas variedades de ervas e plantas que se beneficiam mais com a técnica de infusão, como as ervas e folhas que possuem óleos essenciais que são liberados quando entram em contato com a água quente.

Exemplos de ervas, plantas e raízes, menos rígidas, que podem ser preparadas por infusão:
Camomila;
Erva-cidreira;
Hortelã;
Hibisco;
Cavalinha;
Melissa;
Capim-limão;
Chá verde;
Chá de frutas;
Chá de gengibre.

Decocção: 
 A decocção é indicada para raízes, cascas, sementes e folhas de textura grossa. 
 A erva é colocada na água fria, na proporção de uma a duas colheres de chá da planta fresca ou seca para cada xícara de água. 
Em seguida, o chá é levado ao fogo e deve ferver de 15 a 30 min, dependendo da textura da erva. 
Se forem folhas, deve ferver apenas três minutos; 
Se forem raízes, cascas ou sementes duras, podem ferver até 20 min. 
Após o cozimento, o chá deve repousar por 10 a 15 min, tampado. Em seguida, deve ser filtrado. 
A dosagem de erva pode ser maior quando se trata de uso externo. 
O resultado é um chá mais concentrado, com um sabor mais forte e amargo do que o chá preparado por infusão.

Algumas ervas e folhas são mais adequadas para a técnica de decocção, como as raízes, cascas, caules, folhas coriáceas, rizomas e sementes, mais rígidos, exemplos:
Gengibre;
Curcuma;
Dente-de-leão;
Ginseng;
Alho;
Cáscara Sagrada;
Eucalipto;
Casca de salgueiro branco;
Chá de canela;
Chá de hibisco.

Maceração: 
No método da maceração, a planta é colocada, amassada ou picada, de molho em água fria, durante 10 a 24 h, dependendo da parte utilizada. 
Folhas, sementes e partes tenras ficam de 10 a 12 h. 
Talos, cascas e raízes duras, de 22h a 24h. 
Após cumprido o período de maceração, o chá deve ser coado. 

As ervas e folhas mais adequadas para a técnica de maceração são as que são mais delicadas e contêm menos óleos essenciais, como flores e frutas.

Exemplos de ervas, plantas e raízes, que degradam com o aquecimento, que é indicado preparar por maceração:
Alecrim;
Cravo;
Canela;
Baunilha;
Anis;
Funcho;
Cardamomo;
Raiz de gengibre;
Raiz de alcaçuz;
Casca de laranja.

Suco: 
O suco é obtido pela trituração de folhas no liquidificador ou espremendo-se os frutos. 
Deve ser preparado no momento do uso. 
 Na Cosmética e na Dermatologia pode ser usado na composição de máscaras, em compressas, em formulações de xampus e outras formas. 

Pó: 
Para fazer o pó é preciso, inicialmente, secar a planta. Em seguida, ela deve ser triturada. 
As folhas podem ser trituradas em um processador e as cascas e raízes podem ser moídas ou raladas. Para obter um pó bem fino, a planta triturada deve ser passada em uma peneira ou pano.
O pó deve ser guardado em vidro seco e tampado. 

Tintura: A tintura é uma forma de preparação em que se extrai os princípios ativos das plantas, utilizando-se álcool. De preferência, deve ser usado o álcool de cereais no preparo. 
A tintura pode ser preparada com plantas frescas ou secas, previamente picadas ou trituradas. 
O procedimento para o preparo de tintura é o mesmo para qualquer parte da planta: raízes, caules, flores ou folhas.


Escolha das ervas, plantas e raízes

Independentemente do método escolhido, é fundamental ter em mente que a qualidade das ervas utilizadas é um fator crucial para o sucesso do chá. Ervas de baixa qualidade ou mal armazenadas podem ter perdido parte de seus compostos ativos e, portanto, não oferecerão os mesmos benefícios terapêuticos que as ervas de alta qualidade e frescor.

Fontes: www.cpt.com.br; chaesabedoria.com

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quinta-feira, 17 de julho de 2025

Por que a Reciclagem é tão importante para reduzir a polução do ar?

 



A reciclagem é como uma super-heroína do meio ambiente! Ela ajuda a reduzir a poluição do ar de várias maneiras incríveis. Quando reciclamos, evitamos que materiais sejam enviados para aterros sanitários e incineradores, onde podem liberar gases tóxicos na atmosfera. Além disso, ao reciclar, economizamos energia, pois o processo de produção de materiais reciclados consome menos energia do que a produção de materiais virgens. É uma vitória dupla!

Quais materiais podem ser reciclados para ajudar na redução da poluição do ar?

Praticamente tudo pode ser reciclado! Desde papel e plástico até vidro e metal, todos esses materiais têm o potencial de serem transformados em novos produtos. Ao reciclar esses materiais, evitamos a extração de recursos naturais e reduzimos a quantidade de resíduos que vão parar nos aterros e incineradores.

Como a reciclagem contribui para a qualidade do ar que respiramos?

Você sabia que muitos produtos químicos tóxicos são liberados no ar durante o processo de fabricação de materiais virgens? Ao optarmos pela reciclagem, diminuímos a demanda por esses produtos químicos e, consequentemente, reduzimos a quantidade de poluentes lançados no ar. Isso significa que podemos respirar um ar mais limpo e fresco!

Quais são os principais benefícios da reciclagem para o meio ambiente?

A reciclagem é uma verdadeira amiga do meio ambiente! Além de ajudar a reduzir a poluição do ar, ela também contribui para a conservação dos recursos naturais, a economia de energia, a redução da quantidade de resíduos enviados para aterros sanitários e a diminuição da emissão de gases de efeito estufa. É uma verdadeira festa para a natureza!

Como posso fazer a minha parte na reciclagem para ajudar a reduzir a poluição do ar?

Você pode ser um super-herói da reciclagem no seu dia a dia! Separe corretamente os materiais recicláveis do seu lixo comum, como papel, plástico, vidro e metal. Certifique-se de que esses materiais sejam encaminhados para a coleta seletiva ou para pontos de reciclagem. Lembre-se: cada pequena ação faz uma grande diferença!

Quais são os impactos positivos da reciclagem na qualidade de vida das pessoas?

A reciclagem não só beneficia o meio ambiente, mas também melhora a qualidade de vida das pessoas. Ao reduzir a poluição do ar, estamos protegendo nossa saúde respiratória e evitando doenças relacionadas à poluição atmosférica. Além disso, a reciclagem gera empregos e fortalece a economia local. É uma vitória para todos!

A reciclagem pode parecer uma tarefa desafiadora, mas é um esforço essencial que todos nós podemos fazer para reduzir o impacto humano sobre o meio ambiente.



Visite: https://blogdecoracao.biz/reciclagem/

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Plantas Medicinais: Como fazer a Colheita da forma correta?


Dicas simples para colher plantas medicinais com qualidade e preservar suas propriedades

 Segundo a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso CPT Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia, a colheita de plantas medicinais exige cuidado e atenção, pois a qualidade final depende diretamente do momento e da forma como as partes da planta são coletadas. Confira as principais orientações para realizar esse processo corretamente.

 Definindo o Ponto de Colheita 

 O ponto ideal de colheita varia de acordo com a parte da planta a ser utilizada, seu estágio de desenvolvimento, a época do ano e até a hora do dia. 

Veja as regras gerais:

 • Folhas e talos: devem ser colhidos antes da floração, quando a concentração de substâncias ativas é maior.

 • Folhas e flores: em algumas plantas, como alecrim, manjericão e manjerona, ambas podem ser colhidas antes ou durante o florescimento. • Flores: devem ser colhidas totalmente desenvolvidas e abertas. 

 • Cascas: o ideal é coletá-las ao final do ciclo anual ou antes da floração, em plantas perenes e adultas. • Sementes: devem estar completamente maduras. Em frutos que caem ao atingir a maturação, como o funcho, a colheita deve ser antecipada. • Frutos: colha-os completamente maduros, como no caso da pimenta. 

 • Raízes: devem ser coletadas em plantas adultas, ao final de seu ciclo de vida, quando atingem maior concentração de princípios ativos. Para o gengibre, a colheita ocorre quando a parte aérea começa a murchar.

Como Fazer a Colheita :

Algumas práticas são essenciais para preservar a planta e garantir uma colheita perfeita:

 • Altura do corte: 

-Para plantas anuais, deixe ao menos 10 cm do caule. 

-Em plantas perenes, mantenha 1/3 do comprimento dos ramos.

 • Instrumentos: utilize ferramentas afiadas, como tesouras ou facas, para evitar danos às plantas. 

 • Colheita de folhas: evite retirar todas as folhas do mesmo galho, preservando sua vitalidade. 

 • Retirada de cascas: extraia apenas de plantas adultas e sadias, retirando pequenos pedaços de um único lado do tronco para evitar a morte da planta. 

 • Limpeza inicial: lave a planta após a colheita, eliminando folhas secas, mofadas ou danificadas por insetos. 

 • Preservação natural: em coletas realizadas em matas, deixe algumas plantas para garantir sua regeneração e multiplicação.

Cuidados Importantes na Colheita e Pós-Colheita:

Para garantir a qualidade das plantas medicinais, siga estas orientações: 

 • Planejamento: conheça bem a planta para identificar a parte a ser utilizada e o melhor momento para a colheita. 

 • Condições climáticas: evite colher em dias de chuva, sob sol forte ou enquanto as plantas ainda estiverem úmidas de orvalho. Prefira o início da manhã ou o final da tarde. 

 • Evitar plantas danificadas: não colha plantas doentes, atacadas por insetos ou muito jovens. 

 • Época ideal: colete raízes, rizomas e cascas preferencialmente no outono-inverno, durante a estação seca. 

 • Recipientes adequados: utilize cestos ou caixas para evitar amassar as plantas. Não use sacos plásticos, pois podem causar aquecimento e fermentação. 

 • Proteção contra o sol: mantenha folhas e flores longe do sol direto. Se necessário, cubra-as com um pano ou coloque-as na sombra. 

 • Transporte rápido: leve o material para o beneficiamento imediatamente, protegendo-o do calor excessivo para evitar fermentação. 

 • Identificação: insira uma ficha de identificação no material colhido com informações relevantes para controle posterior.

Seguindo essas dicas, a colheita de plantas medicinais será mais fácil e cuidadosa, mantendo a qualidade das propriedades da planta e resultando em um bom produto final.

Fontes: www.cpt.com.br

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sexta-feira, 6 de junho de 2025

Plantas Medicinais: Qual a importância da Secagem?


Passo a passo para preservar os nutrientes, o aroma e a qualidade das ervas medicinais.

A secagem de plantas medicinais é necessária para sua conservação por mais tempo. Esse processo remove a água presente nas células, interrompendo a atividade das enzimas que dependem de umidade para transformar os compostos químicos das plantas. 

Quanto mais rápido o material for submetido à secagem após a colheita, menores serão as perdas de componentes ativos. Além disso, microrganismos como fungos e bactérias, que precisam de umidade para sobreviver e crescer, também são controlados por meio da secagem, explica a Prof.ª Dr.ª Maria Bergo, do Curso CPT Uso de Plantas Medicinais em Dermatologia. 

Uma secagem bem feita mantém as qualidades das plantas, incluindo componentes ativos, cheiro, sabor e aparência, garantindo seu uso prolongado.

Preparo das Plantas para a Secagem:

O processo deve começar no mesmo dia da colheita para evitar a perda de qualidade causada pela ação de enzimas. Qualquer atraso na secagem compromete o material colhido. Antes da secagem, é importante fazer uma triagem cuidadosa para remover resíduos como terra, pedras, insetos e partes danificadas ou atacadas por pragas e doenças. Esse cuidado inicial ajuda a manter a qualidade do produto final. 

Lavagem das Plantas:

Recomenda-se lavar as plantas com superfícies lisas e pouca quantidade de pelos, principalmente quando se trata da parte aérea. Após a lavagem, o ideal é centrifugar as plantas para tirar o excesso de água superficial, prevenindo problemas como o aparecimento de fungos. 

 Raízes, rizomas e cascas devem ser sempre lavados para retirar a terra e outros resíduos. 

Separação por Espécies:

Para evitar misturas e interferências nos componentes ativos, as plantas devem ser secas separadamente. Desde a colheita até o armazenamento, cada espécie deve ser mantida isolada, garantindo a pureza do material. 

Fracionamento das Plantas:

Cortar folhas e raízes grandes em pedaços menores facilita a secagem. Folhas pequenas podem ser mantidas com os talos, o que conserva suas propriedades e facilita o manuseio. Já folhas grandes podem ser picadas, principalmente quando o volume é alto, por conta da limitação de espaço na área de secagem. 

 As plantas colhidas inteiras devem ter suas partes separadas, como raízes, hastes, folhas, flores e frutos, para que cada uma seja secada de forma individual. Após o processo, essas partes podem ser armazenadas em recipientes apropriados. 

Para cipós, recomenda-se separar as folhas das hastes, picando as hastes antes da secagem. Folhas com pecíolos grossos devem ser separadas do limbo para garantir que sequem de maneira uniforme. 

A secagem de plantas medicinais é uma etapa muito importante para garantir sua qualidade e uso prolongado. 

Seguir as práticas corretas, desde a colheita até o armazenamento, ajuda a preservar os componentes ativos e assegura que as plantas mantenham suas propriedades medicinais por mais tempo.



Fontes: www.cpt.com.br

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segunda-feira, 5 de maio de 2025

Compostagem Vegetal e de Cama de Aviário

 


Como realizar a compostagem vegetal e de cama de aviário corretamente? 
 Veja o passo a passo da compostagem vegetal e de cama de aviário.

 A compostagem vegetal é amplamente reconhecida e recomendada devido ao seu menor risco de biossegurança, sendo a técnica mais praticada, inclusive em domicílios, explica Professor Marcelo Dias da Silva, do Curso CPT Compostagem de Carcaças e Outros Resíduos de Origem Animal.

 A compostagem vegetal é feita da seguinte forma: 

 • Fazem-se leiras que são cobertas com material inerte, por exemplo, terra. 
 • As etapas são semelhantes às da compostagem de outros materiais, como carcaças e fezes. A diferença é que, com materiais vegetais, o risco de biossegurança é menor. 
 • Tritura-se o material para facilitar a ação dos microrganismos decompositores. 
 • O material deve ter certa umidade e ser coberto com material seco para promover a fermentação, proteger o microambiente e possibilitar a oxigenação. 
 • A temperatura interna nas leiras irá se elevar após a montagem, e elas devem ser reviradas periodicamente para promover a aeração. 
 • Após a redução e estabilização da temperatura, o material compostado poderá ser peneirado e armazenado para uso.


Compostagem de cama de aviário: 

 Na compostagem de cama de aviário, utiliza-se a cama que tenha recebido de 3 a 4 lotes de frangos. Menos que isso resulta em uma cama pobre em nitrogênio; mais que isso, resulta em uma cama encharcada, com muito nitrogênio e pouco carbono. 
Os materiais mais utilizados são camas de capim, palhas e casca de café, que se mostram mais eficazes que serragem e palha de arroz. 

 O processo de compostagem da cama de aviário segue os seguintes passos: 
 • Amontoam-se as camas em local com piso impermeável para evitar que o chorume seja drenado para o solo e para proteger o material da chuva. 
O chorume pode ser coletado e armazenado para uso posterior, como umedecer o material da compostagem quando necessário. 
 • A pilha feita com a cama deve ser revirada a cada dois dias. 
 • Se a umidade estiver muito baixa, o material deve ser umedecido. 
 • Após cerca de 45 dias, a temperatura vai diminuir e o reviramento passa a ser feito a cada 5 dias.

 Após 90 dias, o material estará humificado e pronto para uso. Para isso, deve apresentar as seguintes características: 
 • Deverá ter cheiro de terra, cor escura e nenhum mau cheiro.
 • O volume da pilha deverá corresponder à metade do volume original. 

 O tempo necessário para executar esse processo varia de acordo com condições como umidade, clima da região e manejo adequado do material de compostagem. 
Por isso, é recomendado o uso de um termômetro para identificar o momento certo. 
 A experiência prática mostra que o tempo necessário para o processo de compostagem varia em cada região de acordo com a umidade. 
Quando há ferramentas disponíveis, como termômetro e condições técnicas adequadas, é possível realizar uma análise mais precisa do produto final, especialmente em termos microbiológicos.

Fontes: www.cpt.com.br

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segunda-feira, 28 de abril de 2025

Curso SENAR- Cultivo e Produção de Hortas

 


Saiba como cultivar e produzir hortaliças utilizando técnicas simples e práticas adequadas para o manejo de hortas em pequenos espaços.

Carga horária: 20h
Duração: 15 dias
Próxima Turma: inicio imediato
Aulas: 100% online e gratuita
Matricula: acesse aqui

Público a que o curso é destinado:
Pessoas ligadas ao meio rural e urbano, que buscam informações para o cultivo de alimentos e temperos em pequenos espaços.

Condições prévias para matrícula:
Para fazer este curso, você deve ter pelo menos 16 anos. Se você mora no estado de Goiás, realize a matrícula no portal EaD do estado em que reside.

Certificado de participação:
Após realizar todas as atividades e responder à pesquisa de satisfação, você receberá seu certificado de participação.

Exigências Técnicas:
Veja o que seu dispositivo deve ter para você fazer este curso:
Acesso à internet (recomendado mínimo 4g);
Navegadores Microsoft Edge, Mozilla Firefox e Google Chrome na versão atual ou imediatamente anterior;
Cookies habilitados;
JavaScript ativo (O Java Script é uma ferramenta usada em sites para permitir interações, como animações, formulários e atualizações automáticas de conteúdo. Para que algumas funções do site funcione corretamente, é necessário que o Java Script esteja ativo no seu navegador.)
Som habilitado para ouvir os áudios;
Resolução mínima do monitor de 1024 x 768.

Ferramentas de aprendizagem:
Material complementar em PDF
Fóruns e chats
Atividades interativas
Tutores e monitores à disposição


Cultivo e Produção de Hortas 

CONTEÚDO DO CURSO 
Conheça os temas e tópicos oferecidos: 

Módulo 1 – Introdução à olericultura » 
Aula 1: Cultivo de hortaliças no Brasil » 
Aula 2: Importância econômica e social da olericultura » 
Aula 3: Classificação das hortaliças 

Módulo 2 – Planejamento da horta » 
Aula 1: Tipos de hortas (caseira urbana, caseira rural, comunitária e escolar) » 
Aula 2:Tipos de ferramentas e equipamentos » 
Aula 3: Escolha do local 

Módulo 3 – Adubação convencional e orgânica » 
Aula 1: Correção do solo » 
Aula 2: Adubação convencional (plantio e reposição) » 
Aula 3: Adubação orgânica 

Módulo 4 – Propagação e plantio » 
Aula 1: Espécies variadas »
 Aula 2: Hortaliças frutos e tubérculos » 
Aula 3: Propagação e plantio das hortaliças 

Módulo 5 – Tratos culturais e colheita » 
Aula 1: Irrigação » 
Aula 2: Controle de pragas e doenças » 
Aula 3: Colheita e pós-colheita



ESPINAFRE - Como fazer?

O espinafre pode ser feito na forma crua, cozida ou refogada, como acompanhamento ou usado em preparações como cremes, saladas, sucos, molho...