segunda-feira, 15 de junho de 2020

PALMEIRA-RÁFIA

PALMEIRA-RÁFIA
Rhapis excelsa

Conhecida também por outros nomes como Ráfis, Palmeira-rápia, Palmeira-dama ou Jupati, é uma espécie relativamente resistente, que exige alguns poucos cuidados para manter-se saudável e bonita.

PALMEIRA-RÁFIA  SE ORIGINOU NA CHINA E ATUALMENTE É MUITO CULTIVADA NO BRASIL PARA DESIGN DE INTERIORES. QUANDO ADULTA, A PLANTA TEM DE 2 A 4 METROS DE ALTURA. SEU TRONCO É FINO E AS FOLHAS ESTREITAS E FRISADAS APRESENTAM UM BONITO TOM DE VERDE ESCURO. O CULTIVO PODE ACONTECER TANTO DIRETO NA TERRA DO JARDIM COMO TAMBÉM EM VASOS.

PLANTIO

Antes de iniciar o plantio da palmeira-ráfia, é preciso definir o melhor local. Você pode escolher um canteiro com sombra no jardim ou um recipiente bem largo.
Depois de providenciar um vaso largo, coloque pedriscos e areia no fundo, pois assim será possível realizar a drenagem. Acrescente o substrato de composto orgânico e o adubo NPK (100 gramas por vaso). Plante a muda de palmeira ráfia e regue-a logo após o plantio.

A palmeira de flores femininas produzirá frutos. Esses frutinhos devem ser colhidos e semeados em vasos, junto com substrato úmido. Lembre-se de manter as mudas longe do sol, até que elas comecem a se desenvolver. Assim que o primeiro sinal da planta for vislumbrado, transfira para um saco de cultivo.

Clima e iluminação

A planta gosta muito de locais sombreados e ventilados, por isso evite deixá-la exposta ao sol. Também é importante tomar cuidado com locais climatizados com ar-condicionado ou muito seco, pois as folhas da palmeira podem ficar com as pontinhas queimadas.
Para evitar que a palmeira-ráfia fique com as folhas queimadas, basta borrifar água limpa na planta uma vez por semana e manter o substrato levemente umedecido.
O local onde a planta vai ficar precisa ser bem iluminado, caso contrário, as pontas das folhas podem sofrer com o escurecimento.

Regas

A frequência de regas, bem como a quantidade de água, dependerá da situação do substrato, do ambiente e do clima. Caso a terra esteja seca, acrescente um pouco de água, tomando cuidado para não deixar a planta encharcada. Se o substrato ainda estiver molhado, adie a rega.

O excesso de regas e adubo pode matar uma espécie. Por isso preste atenção nesses dois detalhes. Ela suporta muito tempo sem rega, e se ela estiver num ambiente interno, protegida do sol e da chuva, a rega pode ser feita a cada 15 dias. E no inverno a recomendação é de apenas uma vez por mês. Se a palmeira receber luz solar durante meio período, é melhor regá-la a cada dois dias. Agora se ela estiver no jardim exposta ao sol constante, o mais indicado é realizar pequenas regas diariamente.
Use o borrifador com água nos dias secos e quentes apenas para umedecer as folhas. Esse cuidado ajuda a evitar o aspecto queimado nas pontas.

Adubação e Podas

A planta não requer reposição de nutrientes com frequência, por isso a troca do adubo pode acontecer uma vez ao ano.

Para conter o crescimento da palmeira, é recomendado realizar algumas podas. Cortar as folhas também é uma forma de remover danos, como é o caso das pontas queimadas ou escurecidas.


Dicas: As folhas devem ser sempre brilhantes, verdes e lisas. Caso você note manchas marrons (como se estivessem queimadas) ou alguma outra coisa estranha, é melhor verificar se você não está exagerando na rega, ou até mesmo na exposição em excesso de sol ou vento.








sexta-feira, 5 de junho de 2020

Cobras e Escorpiões- medidas preventivas

 



O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Mogi das Cruzes orienta a população sobre os cuidados necessários para evitar acidentes com escorpiões, cobras e outros animais peçonhentos. Entre as principais medidas preventivas estão manter limpos quintais, terrenos, jardins, sótãos, garagens e depósitos para evitar o acúmulo de folhas secas, lixo, madeiras, entulhos, telhas, tijolos e lenhas.


O escorpião é um aracnídeo terrestre de hábitos noturnos e o seu surgimento é mais comum no período de altas temperaturas. Ele se esconde durante o dia em áreas sombreadas e úmidas, como troncos de árvores, pedras, tijolos, construções, frestas de muros, dormentes de estrada de ferro, lajes de túmulo e se alimentam de baratas, grilos, cupins e aranhas, ou seja, a proliferação destes insetos favorece o surgimento de escorpiões.
Já as cobras podem ser atraídas principalmente por ratos, por isso a importância de manter quintais, terrenos e outras áreas sempre limpas. “Nossa orientação é manter totalmente roçada uma área de 3 a 5 metros em volta da residência”, explica o veterinário Eduardo Sigahi.
No caso de encontrar uma cobra, a principal orientação é não fazer movimentos bruscos, que podem ser interpretados como agressão. Além disso, a maioria dos acidentes ocorrem na área do tornozelo, por isso é recomendado o uso de botas, calças e meias de cano longo para quem trabalha ou circula em áreas de mata.
Em caso de picada, seja por escorpião ou cobra, ou até mesmo outros animais, como aranhas, a pessoa precisa procurar assistência médica o mais rápido possível, levando, sempre que possível, o animal para ser identificado. 
Também pode ser uma foto do animal. “Essa orientação é mais importante para o caso de acidentes com cobras, porque existem vários tipos”, explica o veterinário.

Se alguém for picado por cobra aqui na região, deve encaminhar-se para o Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Mello (SUS) - Rua Manoel de Oliveira s/nº - Mogi das Cruzes, SP, tel: (11) 3583-2903, que é o local onde se encontra o soro. 
            

                Ou se tiver condições, ir direto para o Hospital Vital Brazil (Butantan) - Av. Vital Brasil, 1500 - Butantã : CEP - 05503-900 - São Paulo - SP - Fones: (11) 2627-9529 e (11) 2627-9528 que é o hospital especializado nesse tipo de atendimento 24 horas.

Principais dicas de prevenção:
  • Manter limpo quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulho, telhas, tijolos, madeiras e lenhas.
  • Examinar calçados, roupas e toalhas antes de usá-los.
  • Manter berços e camas afastados das paredes. 
  • Ao manusear materiais de construção, usar luvas de raspa de couro e calçados, preferencialmente botas.
  • Rebocar paredes e muros que apresentem vãos e frestas.
  • Vedar soleiras de portas com rolos de areia.
  • Usar telas em ralos do chão, pias e tanques.
  • Acondicionar o lixo em recipientes fechados para evitar baratas e outros insetos que servem de alimento aos escorpiões.
  • Realizar roçada regular de terrenos.
  • Evitar acúmulo de lixo ou entulho perto de casa.
  • Preserve as aves: elas são predadoras naturais das cobras.

Fonte: Prefeitura de Mogi das cruzes

sábado, 23 de maio de 2020

CANELA DE VELHO

Cientificamente conhecida como Miconia Albicans, a canela de velho é uma planta natural do Nordeste que desde os tempos antigos se revelou uma excelente aliada no tratamento de diversas doenças.


Miconia albicans é uma planta arbustiva (de 0,7 a 3 m de altura) também conhecida como quaresmeira-de-flor-branca, prima das outras quaresmeiras - de flor roxa e rosa - que já conhecemos. Mas, há outras plantas que são conhecidas como canela-de-velho portanto, é importante o nome científico para você saber o que está tomando.

DESCRIÇÃO DA PLANTA

Nome científico: Miconia albicans
Família: Melastomataceae
Nome popular: Canela-de-Velho
Partes usadas: Parte aérea da planta (folhas)
Princípio ativo: Flavonóides e compostos triterpênicos (ácido oleanólico e ácido ursólico)
Propriedades medicinais: Anti-inflamatória, analgésica (anti-nociceptivo), antioxidante, antimutagênica, antimicrobiana, antitumoral, hepatoprotetora, tônica digestiva. 
Tratamento terapêutico: Artrose, artrite reumatóide, fibromialgia, dores e inflamação das articulações, dores na coluna, bursite, redução de radicais livres, purificação do sangue, reumatismo, tendinite e muito mais
Uso do chá
O uso do chá de canela-de-velho é eficaz também para tratar dores resultantes de tendinites, torcicolos, bursites e outros processos inflamatórios, especialmente aqueles que são acompanhados de inchaço local.

RECEITA DO CHÁ DE CANELA-DE-VELHO

* Você vai precisar de 15 folhas da planta.
* Coloque as folhas na água (1 litro) e deixe ferver por 30 segundos - você deverá fazer uma decocção leve (quando se ferve a planta junto com a água, por um tempo determinado) - desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar uns minutinhos.
* Coe e tome duas xícaras por dia, antes do almoço e antes do jantar e o sobrante, outras duas xícaras, use para banhar as áreas doloridas. Algumas pessoas indicam que se pode tomar até 3 xícaras ao dia.

REFAÇA O CHÁ DIARIAMENTE

Para ter resultado você deverá tomar o chá, diariamente, por pelo menos 30 dias e, segundo as indicações, poderá seguir tomando até por mais 60 dias. Ou seja, o chá de canela-de-velho é um medicamento de uso prolongado e continuado.
O processo de tratamento difere de pessoa para pessoa - algumas pessoas, dependendo do estágio da doença, já obtêm bons resultados (a redução das dores) a curto prazo, 1 semana - porém, seus bons efeitos, para serem continuados, precisam de que você continue usando o chá, tanto para tomar quanto para banhar os locais inflamados e doloridos.






sexta-feira, 17 de abril de 2020

ÁRVORE FERIDA - COMO CUIDAR

Quer seja um acidente ou por causa das intempéries do tempo ou um ato humano, uma árvore que fique com a casca arrancada ou cortada, está em perigo. Nesse local, os cogumelos poderão instalar-se e a pouco e pouco começarem a corroer a árvore, no interior. Temos que agir rapidamente!


Em primeiro lugar, o betume

A melhor maneira de ajudar a árvore a curar as suas feridas consiste em colocar betume na ferida. Se forem deixados ao ar, os tecidos não têm protecção e são vulneráveis às infecções. Utilize betume em pasta, a espalhar com uma espátula. É menos prático que o betume em spray mas é mais eficaz. Se não tiver betume à mão, pode empregar outros produtos como a massa para juntas de bricolage ou silicone em tubo. É preferível tratar menos bem, que nada!
Se a ferida for um ramo partido, faça um corte limpo com a serra antes de passar o betume. Não deixe um ramo curto, caso o ramo se tenha partido perto do tronco: corte-o a 5 cm do tronco.
Talas e suportes
Se um ramo se curvar sem se partir, poderá ajudar a árvore a guardar os seus ramos. No caso de uma árvore jovem é fácil: basta colocar umas talas, isto é, atar uns paus rígidos, nos ramos que têm falta de apoio. Reforça-se e ajuda-se a árvore que tem os ramos descaídos a mantê-los mais levantados.
Se árvore já tiver alguma idade, deverá colocar suportes constituídos por vigas de ferro, colocados sobre um alicerce de betão. É uma operação mais difícil de efectuar, mas não se trata de corrigir a silhueta mas sim de salvar uma árvore!
Dobrado ou partido é igual !
Se um dos ramos da árvore está torcido e mesmo dobrado, é melhor, cortar. Algumas árvores têm ramos muito maleáveis como a aveleira, os salgueiros ou os cedros. Mas para outras, um ramo dobrado significa que os veios interiores do ramo estão quebrados. Este dano é invisível mas o ramo nunca recuperará totalmente. Neste caso, mais vale cortar o ramo e ajudá-lo a formar rebentos de substituição. Na realidade quando se corta um ramo, muitas vezes, aparecem ramos novos um pouco abaixo do sítio do corte: é nestes ramos que poderá escolher o substituto para o ramo cortado.

Ajude a recuperação
Depois de um acidente a árvore está fragilizada. Além de estar mais vulnerável aos seus inimigos (os cogumelos e os insectos da casca), também deve reconstituir uma grande quantidade de tecidos novos. Apreciará que lhe dêem algum adubo completo adicional, no fim do Inverno. Regue se o Verão for muito seco. Recuperará bastante mais rápido.
Se a árvore é antiga
A árvore com muitos anos é uma planta frágil e pode morrer rapidamente ou, ao contrário, pode "continuar" durante mais umas dezenas de anos, desde que receba cuidados adaptados. É importante nunca tapar uma cavidade. Deve evitar que a água da chuva entre (Se necessário, fabrique uma pequena calha por cima da cavidade, para evacuar a água para o lado do tronco) e que o ar possa circular livremente. Ao encher a cavidade de cimento, como se fazia antigamente, está a condenar a árvore enquanto que uma árvore oca poderá viver assim durante séculos.
Cicatrizes grandes, rodeadas por uma zona mais grossa, indicam que a árvore está a cicatrizar, lentamente.
Dica: um problema grande pode passar despercebido, como por exemplo, os chapéus dos cogumelos que se formam no tronco. Neste caso, há uma infecção que decorre e a árvore esta sob ameaça. Apenas um tratamento químico poderá estabilizar a evolução.
Corte os ramos, se necessário
Não é indispensável cortar os ramos para que a árvore viva bastante tempo: ninguém corta os ramos nas florestas selvagens. Mas numa árvore doente, um bom corte favorece o crescimento e dá vigor. As árvores de fruto reagem a esta operação muito bem. Diz-se mesmo tratar-se de uma poda de restauração. Consiste em cortar os ramos principais a 15 cm do seu ponto de crescimento, tendo o cuidado de deixar alguns ramos pequenos, os ladrões, que ajudarão na formação de ramos novos. As árvores de ornamento preferem uma poda menos severa. É preferível limpar a ramagem retirando os ramos menos vigorosos em vez de cortar os ramos grossos: isto iria apenas piorar a situação, mesmo se é feito regularmente.

Boas práticas
Seja qual for o caso, algumas precauções devem ser tomadas para não colocar a árvore em perigo:
- Não faça trabalhos próximo das raízes, em especial aplanamento ou construção pesada (fundações, por exemplo). Não passe por baixo da zona de copa dos ramos
- Coloque adubo rico em fósforo para alimentar a árvore: está demonstrado que isto trará força às árvores antigas.
- Deixe ficar a erva junto do pé. Da mesma forma que para uma árvore jovem não se deve deixar ficar a erva junto do pé, para as árvores antigas a erva limitará as intempéries ( aquecimento, geadas, erosão da chuva) e ajuda a manter uma boa saúde.

Fonte: planfor.pt


domingo, 5 de abril de 2020

ROSEIRAS CARREGADAS DE FLORES

Não tenha dó de podar drasticamente a planta. Sem esse cuidado anual, a planta produz poucas flores, fica com o formato desengonçado e, pior, vive pegando pragas e doenças. Há dois tipos de podas nas roseiras, a anual e a de manutenção. Conheça melhor cada uma.

Poda de manutenção

Deve ser realizada sempre que notar folhas secas e flores murchas, além de galhos tortos, secos ou mal formados. Não há uma época especial para fazer essa poda, mas evite o alto inverno para que os futuros brotos não queimem com a geada. Lembre-se de uma regra de ouro para cultivar roseiras: a flor nunca deve morrer no pé.

Poda anual ou de formação

Costuma ser feita uma vez por ano, de preferência entre o final de junho e o começo de julho (nas regiões mais quentes do país) ou no começo de agosto (nas cidades de inverno mais rigoroso). Há quem acredite que essa poda deva ser realizada no dia ou na véspera do São João (23 e 24 de junho), mas você não precisa ficar preso a essa crença – a tradição surgiu só para facilitar a lembrança de uma data anual. A poda de formação serve para que a planta produza novos galhos e esteja bem florida na primavera e no verão. Corte bem embaixo, 5 gemas acima do solo.

O corte correto

Use tesouras de poda compatíveis com a espessura dos galhos, que tenham lâminas afiadas e estejam bem limpas – ferramenta cega e enferrujada “mastiga” o ramo, ferindo a roseira e atraindo doenças. Faça a poda num dia fresco, de preferência manhãzinha, cortando sempre na diagonal, perto de uma gema.

O formato final

Procure deixar o arbusto com a aparência final de uma “taça” – de um único tronco do chão devem partir de 3 a 5 galhos que não se cruzam. Ao se decidir entre duas gemas próximas, mantenha a que esteja voltada para o lado de fora da “taça”. Não tenha dó: de cada ramo bem podado vão surgir outros três, carregados de botões.

Segredinhos

Pingue uma gota de própolis em cada corte do galho para estimular a rápida cicatrização e impedir que ele funcione como porta de entrada para doenças fúngicas e bacterianas. Aproveite os galhos eliminados para multiplicar suas roseiras: cada estaca tem 20 cm e deve ser mantida em terra adubada à sombra até enraizar.
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sábado, 14 de março de 2020

FLORES PARA ATRAIR PÁSSAROS

Necessário saber que tipo de pássaro voce deseja atrair?

BEIJA-FLOR e COLIBRI

- Hibisco (Hibiscos-sinensis ou schizopetalus)
- Lanterna chinesa (Abutilon megapotamicum)
- Hibisco colibri (malvaviscus arboreus)
~Sapatinho de judia ( Thumbergia mysorensis)
- Lantana  (Lantana câmara) esta também atrai borboletas.

TICO-TICO, SABIÁS, COLEIRINHA e SANHAÇO
 

   
 
- Mamoeiro (Carica papaya)
- Jabuticabeira ( Myrciaria trunciflora)
- Pitangueira ( Eugenia uniflora)
- Amoreira ( Maclura tinctoria)
- Pé de acerola ( Malpighia glabra) 
- Goiabeira ( Psidium guajava)
- Bananeira ( Musa spp)
- Aroeira (Myracrodruon urundeuva)

TUCANOS e PERIQUITOS

 

- Palmeiras seafortia (Archontophoenix alexandrae ou cunninghamii)
- Washingtonia (Washingtonia robusta ou filifera

Outro item importante para atrair os pássaros é a Água que pode ser oferecida por uma fonte rasa no jardim.

Fonte: Revista Sítio &Cia


quinta-feira, 5 de março de 2020

ROSEIRAS COMO CUIDAR

      
A diversidade de cores, tamanhos, características e perfumes dessas flores é enorme.
Elas são tão conhecidas que para se ter uma ideia, já eram cultivadas pelos chines desde 2650 a.C.
Elas dividem-se em pelo menos cinco grandes grupos, sendo eles: As arbustivas, as de canteiro, as trepadeiras, as rugosas e as rosas bravas.

Tipos de rosas

      Ao selecionar uma espécie para o cultivo é muito importante levar em consideração onde pretende cultivá-la e quanto tempo poderá dispor para dedicar-se ao cultivo pois algumas espécies precisam de mais cuidados, principalmente quando o assunto é podas.
      As rosas bravas são antepassadas de todas as outras espécies. Esse tipo de rosa desenvolveu-se na natureza livremente. Quase todas florescem uma vez por ano e durante o outono apresentam bonitos frutos. As flores possuem apenas cinco pétalas. É o tipo de rosa especial para treliças e cercas.
      As rosas arbustivas possuem tamanho parecido ao das bravas. Podem ter floração o ano todo e algumas vezes ultrapassam 2 metros de altura. Esse tipo de rosa se desenvolve isoladamente em pequenos grupos nos jardins. Se plantadas em cercas, acabam oferecendo abrigos aos animais.
      A forma de crescimento e as flores são os fatores que distinguem as rosas trepadeiras.
      Rambler são: as que possuem ramos flexíveis e finos, suspensos ou rastejantes e que precisam de apoio para conseguirem trepar. As flores desse tipo são pequenas e desabrocham em cachos apenas uma vez por ano. O formato natural deriva das roseiras bravas. É comum que em jardins elas subam por paredes e pérgolas.
      Climber são: essas possuem ramos rígidos e trepam sem apoio algum a uma altura de no máximo 6 metros. O crescimento é reto e a floração também é em cachos.
      E por fim, as rosas rugosas, que podem desabrochar uma única vez ou de forma contínua. Os cultivares da espécie variam no crescimento, tendo as rastejantes, de fraco ou forte desenvolvimento, arqueadas e até eretas com 2 metros.
      As rugosas cobrem o chão, fazendo com que as ervas daninhas mantenham-se longe. Elas são bem resistentes.

Plantio

      Para realizar o plantio da roseira, é necessário preparar uma cova cerca de 15 dias antes, cavando um espaço de mais ou menos 30 cm, que seja largo o bastante para receber o torrão de raízes da muda.
      Coloque uma colher de sopa de calcário dolomítico no fundo desse buraco.
      Após o período de 15 dias, prepare uma mistura com 2 colheres de sopa de farinha de osso, 1 colher de sopa de NPK 10-10-10 e 2 colheres de sopa de composto orgânico. Misture esse preparo à terra vegetal, mexa bem e utilize-o no plantio.
      As rosas de caule ereto necessitam de estaca. Já as de trepar devem ser colocadas inclinadas, a cerca de 20 centímetros da parede ou suporte em que irão se apoiar.
      Essas plantas não curtem água em excesso e pegam inúmeras doenças se as raízes forem mantidas úmidas. Uma prática que a para a maioria das flores não é válida é a rega próxima ao meio-dia. Porém, curiosamente, para as roseiras esta é a melhor forma de evitar doenças, pois permite às raízes aproveitarem a água num espaço curto e assim elas passam o restante do dia secas.
      A prática também funciona como prevenção contra as três doenças fúngicas mais comuns em roseiras: míldio, oídio e ferrugem.

Poda

      A poda é um assunto que causa diversas dúvidas em quem deseja cultivar roseiras, principalmente em relação a época em que deve ser realizada. Diversas pessoas costumam podar as roseiras nos dias 23 ou 24 de junho, respectivamente véspera e Dia de São João. É um hábito comum entre as pessoas mais idosas e há uma razão lógica para a prática: 23 de junho costuma ser a noite mais comprida do ano, pelo menos aqui no Brasil. Podar as roseiras nessa data marca o fim da dormência das plantas e o início da brotação para a primavera.
      No entanto a poda anual não precisa ser feita exclusivamente nesses dias. Para as cidades de clima quente qualquer data entre junho e julho é válida para cortar os galhos velhos, secos, doentes, mal-formados ou mortos.
      A forma ideal de cortá-los é bem embaixo, um pouco acima da terra, pingando sempre uma gosta de própolis em cada machucado.
      Se você reside em região fria onde costumam haver geadas durante o inverno, adie a poda anual para agosto. Nessa época os brotos não correrão o risco de congelar pois a temperatura já estará mais amena.
É muito importante não esquecer de abusar as roseiras com NPK 10-10-10 pelo menos uma vez a cada dois meses. Isso fará com que ela permaneça saudável e bonita.
      Caso você não se identifique com as roseiras convencionais e esteja buscando por uma beleza diferenciada, te convidamos a conhecer as Rosas do Deserto. Elas são rústicas e ao mesmo tempo delicadas, trazendo uma graça toda especial ao ambiente.
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ESPINAFRE - Como fazer?

O espinafre pode ser feito na forma crua, cozida ou refogada, como acompanhamento ou usado em preparações como cremes, saladas, sucos, molho...